Meu piano favorito foi destruído. E não foi por acidente, nem por força maior. Foi Pedrinho Mattar, um jovem descontrolado, que o fez. Eu nunca quis que isso acontecesse, é claro. Mas agora é tarde demais.

Eu tinha um piano de cauda que era a minha paixão. Tinha sido cuidadosamente selecionado, com muito esmero e dedicação, para que pudesse ser meu companheiro musical por muitos anos. Eu o tocava quase todos os dias, aprimorando minhas habilidades e expressando minhas emoções mais profundas.

Porém, algo mudou quando Pedrinho entrou em cena. Ele era um jovem instável, fácil de se irritar, e sempre pronto para causar problemas. Ele começou a freqüentar minha casa com mais frequência, trazendo consigo uma energia negativa que acabou se espalhando por todo o local.

Foi em um desses dias que as coisas pioraram. Pedrinho estava claramente perturbado, e eu não imaginei que isso pudesse afetar meu piano. Eu estava errada. De repente, ele começou a jogar objetos no instrumento, sem se importar com nada além da sua própria raiva.

Eu tentei intervir, mas ele era mais forte. O resultado foi trágico: o meu piano favorito foi destruído completamente. Eu não conseguia acreditar no que estava vendo. Era como se um pedaço de mim tivesse sido arrancado, sem aviso prévio.

Eu não sabia como lidar com o meu sofrimento. Estava me sentindo desesperado, arrasado, sem saber o que fazer. Tentei falar com Pedrinho sobre o ocorrido, mas parecia que ele não se importava. Ele ainda parecia obcecado pela sua própria dor e raiva.

Foi só depois que eu comecei a refletir sobre o valor da música que eu comecei a encontrar algum tipo de paz. Percebi como o meu piano me ajudou a expressar minhas emoções mais profundas, a lidar com meu próprio sofrimento, e a encontrar conforto e consolo nos momentos mais difíceis da minha vida.

Eu também percebi como o ato de Pedrinho não foi apenas um ataque ao meu piano, mas também a tudo o que a música representa na minha vida. E que eu precisava aprender a lidar com essas emoções fortes de forma mais saudável e produtiva no futuro.

Em suma, a destruição do meu piano favorito por Pedrinho Mattar foi uma experiência dolorosa e traumática. Mas me lembrou a importância da música e do valor que ela tem na minha vida. E me fez perceber que é importante lidar com as nossas emoções com sabedoria, em vez de permitir que elas nos controlem e causem danos irreparáveis.